Os tipos de influenciadores

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A pesquisa considerou os seguintes critérios para avaliação:

  • Alcance: Tamanho da audiência
  • Ressonância: Repercussão e capacidade de engajamento junto a audiência
  • Relevância: Fit com o assunto ou valores da marca.
  1. Top Celeb

São considerados os que possuem alto poder de repercussão, mas com baixo nível de relevância. O que isso significa? Quer dizer que ele é uma personalidade que têm um alcance e consegue atingir um número enorme de público, mas acaba sendo genérico por não possuir um nicho definido.

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Ou seja, ele pode até auxiliar a marca na visibilidade, mas não vai transmitir tanta credibilidade por ser um rosto conhecido por todo tipo de propaganda, sabe? Se o objetivo da sua campanha é gerar reconhecimento de marca, este é o influenciador perfeito, mas se a intenção é gerar receita é necessário mudar de estratégia e buscar um influenciador com fit direto com a marca ou produto  

2. Fit Celeb

Calma, não estamos falando do segmento de saúde e lifestyle. Os “Fit Celeb” são influenciadores que possuem grandes níveis de repercussão e relevância. Ou seja, se o objetivo da empresa é gerar receita, é nesse tipo de personalidade digital que se deve investir. Além de tudo, esse tipo de influenciador realmente conversa com o público.

Por isso o resultado dessa estratégia só pode ser um: engajamento. Pela semelhança entre influencer e marca, o engajamento acaba sendo muito maior.

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Um bom exemplo é a Chiara Ferragni, influencer e fundadora do blog de moda The Blond Salad. Por pertencer a esse segmento, marcas do ramo da moda a procuram para engajar maior quantidade de clientes e gerar receita. O único problema desse tipo de influenciador é o custo alto.

Por já apresentarem um certo prestígio no mercado da publicidade digital, acabam cobrando valores bem salgados na hora de fechar negócio. É interessante avaliar se vale a pena investir nessa estratégia de marca e se está de acordo com budget da sua empresa. 

3. Autoridade

Esse tipo de influenciador é bem específico mesmo. É o que chamamos de influenciador de nicho. Essa personalidade é especialista em um tema ou região e tem grande familiaridade com o seu nicho, mesmo tendo uma audiência geral considerada baixa em relação aos tipos anteriores.

Ele é menor, mas possui a capacidade de falar de igual para igual com esse público justamente por ser específico e é o ideal para trabalhar a percepção sobre a marca e converter leads em pequena escala, pois como o público específico já o conhece e já estabeleceu uma relação de confiança e respeito, fica mais fácil o diálogo.

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Gustavo Cerbasi. Ele é autoridade na área de finanças, negócios, planejamento familiar e economia doméstica, também desenvolve treinamentos, palestras e consultorias para diversos públicos por todo o país e já foi considerado um dos 100 brasileiros mais influentes do ano. Mas se você não é ligado na área de administração e finanças, provavelmente não vai saber quem é ele, correto?

4.Ecossistemas

Pegue vários influenciadores de “Autoridade” e junte-os numa única estratégia, falando sobre o mesmo assunto: temos agora um “Ecossistema” de micro-influenciadores. Parece um monte de termo difícil, mas calma aí que eu vou explicar: os “Ecossistemas” são formados por um conjunto de micro-influenciadores que falam sobre um mesmo nicho.

Eles possuem um alcance baixo e repercussão média, porém funcionam com marcas que falam sobre o mesmo conteúdo desses influenciadores. Sendo mais prática, temos os canais do Vitor Liberato e Damon and Jo, que abordam o tema de viagens. Então imagina agora que você é um agência de viagens e quer anunciar um novo e incrível pacote. Porque não usar não só um, mas dois ou mais influenciadores para divulgar esse novo pacote? 

5.Trendsetter

Sabe aquelas pessoas que são especialistas em um determinado tema e por esse mérito ganharam respeito dos seus seguidores? No mundo dos influencers e de acordo com a classificação que estamos seguindo, as personalidades desse naipe são chamadas de “Trendsetter”. Eles são reconhecidos por serem líderes em causas e discussões e ajudam em publicidade para posicionamento de marca.

Essa classificação se parece bastante com a de “Autoridade”, mas os fatores que a diferenciam são os temas e valores trabalhados pela marca contratante. Por isso, influenciadores desse nível dificilmente fazem trabalhos que contrastem com os princípios deles.

Youtubers como Ellora Haonne, Helen Ramos do canal ‘Hel Mother’ e Luiza Junqueira do canal ‘Tá Querida’, são ótimos exemplos desse tipo de influencers: mulheres que ficaram conhecidas por lutarem pela defesa das mães solo, do feminismo, da aceitação do próprio corpo e contra a gordofobia, temas super relevantes na atualidade.

6.Jornalista

De fato, esse tipo de influencer é um profissional do jornalismo. (emoji surpreso) E é por já ter um notoriedade na mídia tradicional que possui um grande alcance, porém pode não ter tanta relevância com o tema a ser tratado pela marca. A vantagem é a audiência que ele traz consigo dos veículos em que já trabalhou, por isso auxilia na criação de consciência da marca e mede o quanto ela é reconhecida pelos consumidores.

A desvantagem é que por cobrir assuntos variados, pode repercutir pouco e corre o risco de ter uma proximidade menor com o assunto a ser tratado.Por outro lado, temos o caso contrário, o mais famoso “jornalista influencer” que você respeita e que mais deu certo nos últimos tempos: Evaristo Costa.

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Afastado dos telejornais, acabou ganhando muitos seguidores e engajando um público enorme nas redes sociais (chegando a contabilizar 6,2 milhões de seguidores no Instagram) com o seu carisma.

Percebendo a oportunidade e o hype do jornalista, uma rede de lojas conhecida fechou contrato para uma campanha publicitáriade final de ano com o jornalista e claro, viralizou. Outro hype foi quando o ex-apresentador emprestou seus “dotes” jornalísticos para fazer a chamada de um filme da Netflix.

7.Público Interno

São os funcionários da própria empresa. Sim, você leu certo. Ou você acha que não é necessário humanizar a marca e dar vida a quem está “por trás das câmeras”? O consumidor quer se identificar com o produto e, para isso, nada melhor que mostrar os bastidores através de quem realmente faz aquela empresa.

Mostrar o engajamento dos colaboradores com o seu local de trabalho traz ares de confiabilidade. Apesar do alcance e repercussão serem baixos, eles trazem algo muito importante: relevância.

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